Painéis solares em telhado industrial com gráfico de ROI em destaque

A instalação de sistemas solares já deixou de ser uma novidade e ganha espaço em residências, empresas e indústrias de todo o Brasil. A promessa de reduzir custos e avançar no compromisso com o meio ambiente é real, mas o retorno financeiro pode ser menor do que o esperado em muitos projetos. O segredo? Ficar atento aos principais tropeços no planejamento, execução e manutenção. Veja, a seguir, como evitar 8 erros comuns que afetam diretamente o ROI de quem investe na chamada energia limpa.

Por que o retorno financeiro do sistema solar pode frustrar?

A maioria se encanta com a ideia de pagar menos na conta de luz. E de fato, é um investimento que pode transformar a relação com o consumo energético. Segundo dados da Secretaria de Infraestrutura da Bahia, uma residência com consumo médio de 300 kWh mensais pode economizar até 70% na conta, com payback em torno de 10 anos e vida útil dos módulos superior a 25 anos. Empresas também experimentam esse impacto positivo no caixa, como mostra o relato do Governo do Espírito Santo.

Porém, para conquistar esse potencial de economia e valor ambiental, detalhes fazem muita diferença. A seguir, descubra quais erros geram prejuízo e como evitá-los.

ROI menor quase sempre tem origem nos detalhes do projeto.

1. Dimensionamento incorreto das placas e do inversor

Um dos maiores equívocos ocorre já no início: subestimar ou superdimensionar a necessidade energética do local. Quando o cálculo da demanda não reflete a realidade, o proprietário pode acabar investindo dinheiro desnecessário ou, pior, tendo que recorrer à concessionária porque a geração ficou menor que o consumo real. Engemon Energy destaca que, além de considerar hábitos atuais, é preciso projetar possíveis expansões, especialmente em ambientes empresariais e industriais.

2. Ignorar o potencial de sombra e orientação dos painéis

Muitos se esquecem do básico: placas devem receber sol direto por pelo menos 6 horas ao dia. Sombreamento de árvores, antenas, edifícios ou até de pequenas estruturas vizinhas pode derrubar a produção em até 20%. Outro deslize frequente é instalar os módulos em ângulo ou direção inadequada. O ideal para o Brasil, em geral, é voltá-los para o Norte, ajustando o grau de inclinação conforme a latitude.

3. Não analisar a qualidade dos equipamentos

Nem todo painel solar é igual. Variam a durabilidade, a estabilidade e o rendimento ao longo dos anos, além da garantia real oferecida pelo fabricante. O mesmo vale para inversores, suportes e cabeamento. Sabe aquela frase: “o barato pode sair caro”? Ao escolher somente pelo menor valor inicial, pode haver elevação nos custos de manutenção e menor vida útil do sistema. Projetos como os executados pela Engemon Energy priorizam soluções já comprovadas tecnicamente, o que faz toda a diferença no médio e longo prazo.

4. Errar no cálculo e escolha do local de instalação

Em diversas situações, o melhor local para instalar as placas não é onde parece mais fácil. Telhados frágeis, superfícies pouco ventiladas ou propensas a alta temperatura podem impactar negativamente o retorno financeiro. Por vezes, estudos estruturais são ignorados, acarretando custos extras inesperados. A avaliação profissional evita surpresas e garante investimento seguro.

5. Esquecer de incluir custos de manutenção e monitoramento

Acumular sujeira, folhas, fuligem ou até mesmo a presença de ninhos e detritos podem, com o tempo, reduzir a geração elétrica. Empresas como a Engemon Energy salientam que um bom plano de manutenção e monitoramento evita perdas de desempenho e aumenta a longevidade dos componentes. Ignorar este aspecto pode fazer com que gastos previstos reduzam ou até mesmo zerem o lucro esperado com a geração limpa.

6. Subestimar os trâmites legais e burocráticos

Antes de qualquer instalação, é necessário aprovar o projeto junto à concessionária local, cumprir regulamentações municipais, ambientais e também seguir normas técnicas como a NBR 16690. Deixar de fazer “o dever de casa” resulta em atrasos e custos inesperados. Empresas experientes no setor, como Engemon Energy, costumam contar com times dedicados exatamente para descomplicar essas etapas cruciais.

7. Não revisar contratos e garantias cuidadosamente

Muitos investimentos em energia solar acabam afetados pela ausência de garantias reais sobre funcionamento dos módulos, inversores e, principalmente, sobre prazos de instalação e performance. Revisar minuciosamente os contratos antes de fechar negócio previne dores de cabeça futuras e assegura que o sistema gere energia conforme o combinado.

8. Tomar decisões sem pensar no futuro

Por fim, há quem olhe apenas para os próximos meses, ignorando tendências de consumo, novas tecnologias e a busca por expansão do sistema. Empresas que planejam crescer, diversificar operações ou mudar o perfil de consumo precisam prever isso desde o início. Um sistema “apertado” pode ter vida curta, e os custos para atualizar tudo depois são altos. Planejar o uso da energia solar exige olhar o presente e antecipar o amanhã.

O impacto direto dos erros no seu retorno

Basta um deslize para que o retorno caia. Segundo estudo da Prefeitura de Curitiba, uma usina fotovoltaica bem projetada pode reduzir a conta em até 90%, e recuperar o valor investido em cerca de quatro anos (como no caso do Parque Barigui). Quando aparecem problemas, esse tempo se estende demais, e a economia some. É por isso que quem deseja garantir resultados precisa buscar profissionais habilitados e informações de confiança, sem atalhos.

Planejamento sustentável com visão de longo prazo

Além do resultado financeiro direto, escolher a energia solar é um passo claro na construção de práticas sustentáveis, tanto em casas quanto em empresas. Projetos bem elaborados entregam não só economia, mas também valorizam os imóveis, melhoram a imagem corporativa e atraem olhares positivos do mercado e dos consumidores.

Engemon Energy atua justamente nesta linha, atuando lado a lado de clientes para unir tecnologia avançada e soluções inovadoras, sempre olhando para práticas renováveis e consciência ambiental. São passos que vão além do impacto na conta bancária, ajudam a transformar cidades e negócios para um futuro mais verde.

Evitar erros é investir em tecnologia e inovação

O universo da geração fotovoltaica segue em constante evolução. Novas tecnologias surgem, modelos de gestão se adaptam e há muitas oportunidades para inovar. O time da Engemon Energy destaca que, atualmente, soluções como monitoramento à distância, armazenamento avançado e até integração com sistemas de TI abrem caminho para resultados ainda maiores e mais seguros. Para quem quer saber mais, listas como a de inovações em energia trazem excelentes referências.

Soluções tecnológicas destacam negócios e diferenciam empresas preparadas para a transição energética, reduzindo erros que minam o retorno financeiro.

Quer evitar prejuízos com energia solar?

Um projeto bem planejado começa com conhecimento qualificado e orientação adequada. Se o objetivo é ter mais tranquilidade, sustentabilidade e ganhos reais, vale procurar parceiros especializados e que priorizem resultados a longo prazo, como a Engemon Energy. Matérias como exemplos de uso estratégico da energia solar mostram na prática o impacto de um projeto bem executado tanto no retorno financeiro quanto ambiental.

Para entender o potencial na sua empresa ou residência e evitar os erros que afetam o ROI, descubra os serviços e diferenciais da Engemon Energy e transforme seu investimento em renováveis com eficiência e segurança.

Perguntas frequentes

O que é energia fotovoltaica?

É o processo de converter a luz do sol em eletricidade utilizando células fotovoltaicas instaladas em placas solares. Essa tecnologia permite gerar energia limpa para residências, empresas e indústrias, valorizando o imóvel e contribuindo para a sustentabilidade.

Como evitar erros em sistemas solares?

A melhor forma de evitar problemas é buscar profissionais especialistas para planejar e instalar o sistema, além de seguir boas práticas de manutenção e monitoramento. Ao se informar por conteúdos como passo a passo para um projeto solar de sucesso, é possível reduzir riscos e aumentar o retorno financeiro.

Vale a pena investir em energia solar?

De acordo com estudos estaduais e experiências de quem já implantou, gerar energia limpa pode reduzir a conta em até 90% e retornar o investimento em 4 a 10 anos, dependendo do projeto e do perfil de consumo (segundo o Governo da Bahia).

Quais erros reduzem o retorno financeiro?

Os deslizes mais frequentes são: cálculo equivocado do consumo, ignorar localização e possíveis sombras, usar equipamentos duvidosos, implantar sem atenção à regulação, negligenciar manutenção e não prever as necessidades futuras desde o início.

Como calcular o ROI da energia solar?

O ROI (retorno sobre o investimento) é calculado dividindo o valor investido no sistema pela economia anual proporcionada pela conta de energia. Assim, é possível estimar em quantos anos o investimento será recuperado e comparar com a vida útil prevista dos componentes.

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Letícia Lima Laurino

Sobre o Autor

Letícia Lima Laurino

Letícia é responsável por relações públicas e imprensa na Engemon, atuando na construção e fortalecimento da imagem do Grupo junto à mídia e aos principais stakeholders. Cuida do relacionamento com jornalistas, veículos de comunicação e influenciadores do setor, articulando pautas, entrevistas e conteúdos que refletem a relevância da Engemon em engenharia, construção, operação e tecnologia. Com comunicação estratégica e foco em reputação, trabalha para posicionar o Grupo como referência no mercado, traduzindo conquistas, cases e iniciativas em histórias que geram credibilidade, visibilidade e confiança.

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